quarta-feira, 29 de julho de 2009

Planos implanejados

Sério....adorei essa oportunidade que surgiu, vou tentar....tenho medo, claro, de ir e de quando voltar (caso eu vá), mas é assim que funciona....não posso ficar presa a coisas que eu nao gosto, que eu nao quero pra mim... essa mudança vai ser uma puta experiencia, já me vejo no dia-a-dia...ninguem disse que vai ser fácil...são 300km, 5h de viagem, mas eu quero, quero mesmo que dê certo...vou fazer de tudo pra que dê...minha vida vai virar de ponta cabeça.... vou ficar sem meu gordinho, sem São Paulo, sem TV a cabo, sem internet em casa, sem meus gatinhos até, quem sabe...mas eu preciso disso....as pessoas dizem que posso arrumar algo mais perto, não precisa ser tão longe, mas foi o que me apareceu e me parece super palpável....

Dia 08/08 eu vou prá ver no que dá...se der certo...no Domingo mesmo eu ja vejo alguns lugares pra ficar, casa pra morar...qdo voltar eu me demito e vou ter 1 mês prá fazer o que eu preciso enquanto cumpro aviso prévio...é isso... o que mais me dói é ficar sem meu gordinho...mas não tô indo pro Japão e mesmo os casais que se separaram pra ficar meio mundo de distancia deram certo qdo o par voltou... comparando, eu tô logo ali... 5 horinhas...


REZANDO...e pensando

pode ter parecido meio louco prá quem não sabe da história, mas não quero contar tudo agora... >.< >.<

terça-feira, 28 de julho de 2009

Rá....eu já sabia por instinto

Pode xingar! Falar palavrão ajuda a suportar a dor

No teste realizado na Universidade de Keele, na Inglaterra, quando soltavam palavrões, os voluntários aguentaram, em média, 40 segundos a mais com a mão em um balde de gelo.



Via JB


E aí...as pessoas reclamam que eu falo palavrão demais.... VIVER DÓÓÓIIII

segunda-feira, 27 de julho de 2009

da criatividade dos roteiristas


Estou eu, procurando um filme bem terrorzão pra baixar nesse brog e me deparo com este...

Demônios da Noite

ok...

Sinopse :
Numa pequena cidade no Novo México, o demônio persegue um homem, escolhido para guardar uma chave que tem o sangue de Cristo. A perseguição os leva até uma pensão, onde o demônio acorda algumas criaturas para ajudá-lo a adquirir a chave.

eu só me pergunto, de onde o cara tira a idéia de que alguem guarda uma CHAVE com o SANGUE de CRISTO....

pq o sangue tá numa chave??
ela abre algum lugar?
quem sabe o local onde tá o graal ou o santo sudário...o resto da bíblia ou....nada... lugar nenhum... ok

mas pq o sangue??

nao poderia ser um pedaço da barba de cristo?
ou a sandália do pé esquerdo que ele tava usando quando foi sacrificado?
um pedaço de cabelo quem sabe...?

como conseguiram tirar o sangue e enfiar numa chave???
naquela época eles furavam a veia e miravam no potinho...??
é, pq pra caber numa CHAVE, o buraco onde enfiaram o sangue tem de ser pequeno...
a não ser que o cara tenha que carregar a chave da cidade...aí tudo bem...pode até caber o braço de alguem nela...

e esse cartaz???

QUE OCLINHOS É ESSE????
QUE BOININHA É ESSA???
o demônio é francês?????
e tem olho azul?????????

ok de novo...

e pq o lazarento que tem que carregar uma CHAVE com o SANGUE de CRISTO está num livro???

acho que vou baixar o filme... provavelmente eu vá me arrepender muito pelo tempo perdido, mas eu vou ter que saber o que é que esse corno desse roteirista pensou, além de colocar o SANGUE de CRISTO numa CHAVE....NUMA CHAVEEEEE...

ai jesus...

domingo, 26 de julho de 2009

em defesa das gordinhas

Isso é muita maldade...







Via Dr. Pepper

sábado, 25 de julho de 2009

Mais Tirinha


Pq eu AMO Dr. Pepper e pq eu tô seminspiração pra iscrivinhá...


Via Dr. Pepper

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Arte Moderna

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Gripe aviária... ops, suína

Distribuiram máscaras no trampo hoje... é... pra usar quando usarmos o elevador...
Sempre achei esse negócio de máscara um pouco exagero, ainda acho.... Ai gente...é só uma gripe um pouco mais forte...a povarada se socando no Emílio Ribas só pq tá com o nariz escorrendo...ai que inferno....
E não adianta falar né... vai médico no SPTV, JN, JG, CBN, ALPHA...até na Sul América Trânsito fizeram entrevista com um infectologista....e o povo continua indo no hospital por qlqr coisa...
Pobrada não entende???????????????????????????????

Vamos lá...

ESCLAREÇA SUAS DÚVIDAS SOBRE A GRIPE DO PORCO....CLIQUE AQUI, LEIA, ENTENDA, PONHA EM PRÁTICA O QUE ENTENDEU OK????????????



¬¬

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Um Sonho

O que eu faço?

Peço demissão?

se pensar pelo ponto da grana, até vale à pena...nada é 100% bom...

Vou poder fazer o que eu gosto, o que eu quero ganhando a mesma coisa, aliás, um pouquinho mais pq não tem descontos de CLT...

Vou poder ganhar experiência. Em São Paulo a competição já é injusta prá quem manja de música, gravou, estudou, toca, canta, sapateia, compõe...imagina pra quem é inexperiente...

EmSampa não vou ter oportunidade tão crua. Lá eu posso me lapidar.

Não é outro país!!! Nem chega a ser outro estado, apesar de ser mais perto ir pra Extrema que já é MG...Ninguém vai morrer se eu for prá lá...

Uma mudança simples e temporária...Posso mudar o rumo da minha vida indo prá lá...Eu realmente me vejo bem viviendo lá.
Saudade do gordinho, dos meus gatinhos, da minha vó, da cidade, do metrô, mas bem...evoluindo, crescendo...aqui eu me sinto estagnada. Preciso tentar, se nao nunca vou saber...

terça-feira, 21 de julho de 2009

da série > Inspirada no JB

Um pouquinho de Gadú

Eu sou viciada nessa garota, ela é muito boa... compoe, canta, toca e é uma fofa!!!

Para ouvir as próprias **Maria Gadú**


Próx Show em Sampa
06/08 Tom Jazz



VALE MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO

Detalhe que o 'Doga' é um colega...Inclusive ele é que deu a dica da Gadú... agradeço imensamente ... =)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

.... Maldito Funk....

Brasil é o único lugar que tem esse som maldito que nem merece ser chamado de música...
O pior não é som...é o sujeito que compra um celular que TEM entrada pra fone de ouvido, inclusive VEM com o apetrecho e ainda assim o cara ouve a porra do funk dos infernos sem o fone... além do som ser uma merda e parecer de radiola dos anos 30, as letras chulas e as batidas horrorosas judiam dos timpanos, do cérebro, do mundo....
Onde estão as pessoas sensatas que ouvem...



ou



Esse é pelo meu gordinho...ouço de olho fechado e vejo ele em air guitar XD

Te Amo gordinho



Esse mundo anda me deixando com medo do que virá depois dessa era de funk....

domingo, 19 de julho de 2009

Twitter

É...apesar de ainda achar sem nexo é legal twittar

O.o

sábado, 18 de julho de 2009

Gadú

Preciso de dinheiro urgentemente antes que fique sem ingresso....


socorro

Algém quer o número da minha conta???

acho que vou entrar naquele site de fazer vaquinha =)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

...dos blogs por aí...

Diretamente de COMENTÁRIOS ABERTOS...

A Gorda

Como quem descascava uma mexerica, a gorda procurava amor. Pedacinho por pedacinho da casca rasgada e arrancada, a acidez sentida por debaixo das unhas, a avidez de engolir os gomos. A gorda era gorda de tanto amor que tinha para dar.

Se apaixonava, vez em quando. Por alguém acessível, ninguém que fosse fora de seu alcance (não há limites pra sonhar? experimente ser gorda e sonhar com um namorado lindo como o da sua amiga magra). É como se as pessoas se separassem em camadas de beleza, tolerando pessoas de nível semelhante, ignorando os intocáveis feios e fingindo não sonhar possuir alguém superior.

Sem hipocrisia, sem essa de todos somos iguais. Alguém mais feio que você tem chance contigo? Honestamente? Sem ter muitos dígitos na conta bancária? E esse era o problema da gorda, ela não sabia fingir. Não sabia fingir que não queria aquelas pessoas tão inalcançáveis, as bonitas. Não ousava quebrar as regras, ela não interagia com os mais bonitos - eles a excluiriam. Até as amigas, as amigas eram todas tão feias quanto. A diferença da gorda para com as amigas - algumas também gordas - era que ela não aceitava a própria camada.

Os bonitos são os magros, não são? Ela não era magra. Os bonitos são os magros, não são? As amigas tinham namorados feios. A gorda não queria um namorado feio. Qual o sentido de namorar se não o de contemplar uma beleza, mesmo que só você a veja, na outra pessoa? E a gorda, azarada. só via a beleza no que todos concordavam ser belo.

Na casa da gorda, dois cachorros. Um era de raça, um amor. Brincava, corria, uma simpatia, não havia quem não gostasse. O outro, vira-lata, fora socorrido pela família depois de ser atropelado e que, por esquecimento, acabou ficando ali mesmo. Um poço de carência, o vira-lata. Chorava alto, pulava em qualquer um que chegasse perto, implorava atenção.

A gorda amava o de raça sinceramente, porque este se fizera amar. O vira-lata era desprezado pela família inteira, mas a gorda também o amava. Por obrigação. Os olhos pedintes do vira-lata refletiam o olhar desesperado por amor da gorda. Era uma corda-bamba, porque se identificar com um vira-lata carente não é tão gostoso assim: ela odiava o vira-lata, quando esquecia que devia amá-lo. Cachorro mais insolente, chato, pidão.

Tinha um amor que amava há algum tempo, porque de vez em quando a gorda via beleza em alguém do seu mesmo nível, sem perceber que caía na armadilha em que suas amigas já haviam caído. Só um. Ele era magro, e ela amava isso a respeito dele. Tinha um corpo quase bonito, uma postura quase elegante. O rosto era um desastre, mas até que os dentões tinham seu charme.

Conheceram-se num ônibus, que ela pegou pra ver uma tia no interior. Os dois sentaram lado a lado e ele ousou puxar papo. Pouco depois, consumida por desejo e vontade de transigir, ela se entregou pela primeira vez ali mesmo, o banco de ônibus testemunha de umas poucas gotas de sangue e alguns gemidos abafados.

Trocaram telefones, mas nunca voltaram a se encontrar. Conversavam longamente ao telefone, fantasiando um reencontro. Combinaram casar. Combinaram que começariam uma vida juntos, e ela levaria o vira-lata (até os vira-latas merecem um dia de protagonista). Com o tempo as ligações foram ficando esparsas, e eles se perderam numa curva que a vida deu. Coincidências não resistem ao destino.

Mesmo muito depois, ela se lembrava. Ela não foi ignorada. Ela não foi sempre só a gorda. Ela foi amada. (Se ele realmente a amou, não importa. Talvez tenha amado. De qualquer forma, a gorda acreditava sinceramente nas memórias).

Quando, depois disso, recebia uma proposta amorosa de alguém, a resposta padrão era não. O amor - que ela já tinha experenciado, pensava - aparece, ele não precisa de propostas. Ah, e quando ele aparece são horas no telefone contando todos os defeitos que tem, pra que o outro diga "Você não é assim" e você sobe às nuvens, estufado pelas ilusões macias que ouviu. O outro, coitado, pensa que você é perfeito. Você, esperto, sabe que o outro é perfeito, e de todas as formas tenta evitar que ele descubra suas verdadeiras imperfeições.

Foi visitar a tia novamente, muitos anos depois. A tia não tinha importância na sua vida, era só uma tia, e a gorda não se importaria se ela fosse só mais uma tia no porta-retratos da estante. Era a viagem que tinha valor, as horas no ônibus lembrando da sensação de roçar silenciosamente no banco suado, a vez que fora amada. A única vez.

Na casa da tia, abriu um jornal esperando que o dia passasse rápido, para entrar no ônibus novamente. Na coluna social, o garoto do ônibus casando com uma outra mulher. Ainda mais gorda. A gorda se sentiu traída. "Tudo bem que eu não sou tudo isso, mas me trocar pela ainda mais gorda?". Era pior que traição, era trair e humilhar. Chorou no banheiro, enquanto passava grossas camadas de batom nos lábios gordos, tentando parecer revigorada. Ficou parecendo uma palhaça, os olhos vermelhos combinando com a boca. A palhaça mais triste que já fora vista.

Voltou para casa, com nojo do ônibus, um enjôo horrível que insistia em fazê-la suar no banco, lembrando-a mais ainda do dia em que fora usada (não, não fora amada, pensava ela, fora usava, roubada, profanada); Chegando, foi cumprimentada alegremente pelo cachorro de raça. A gorda se ajoelhou, olhou para os seus olhos orgulhosos de cão comprado, encheu-se de raiva e atacou o cachorro com um soco. Soco mesmo, desses dados em cara de gente. Com força, bem no focinho idiota do cachorro. Como era arrogante! Pois era só um cachorro, não devia ser arrogante.

Enquanto olhava o cachorro de raça tentar, perplexo, se reerguer, sentiu uma forte dor no braço. Era o vira-lata, com olhos de fúria que ela nunca tinha visto antes, defendendo o amigo. Puxou o braço, e o vira-lata parecia ter voltado ao normal, pidão e carente, como se nada tivesse acontecido. Abanava o rabo e chorava, o pênis exposto pelo cio.

A gorda cobre o braço como pode, algum sangue escorre. A mordida não fora tão profunda.

Puxou o vira-lata direto pelo pescoço, sem o levantar do chão, e o trouxe para dentro da casa. Era a primeira vez que entrava na casa, lugar antes reservado para as pessoas e cachorros de raça. Foram para o quarto. O cachorro assustado, tentava acompanhar a velocidade da dona, mas as patas não conseguiam direito e ele era arrastado.

Ela chorava. As lágrimas escorriam pelo canto dos olhos vermelhos inchados, lambiam suas bochechas vermelhas e gordas e morriam nos lábios, borrando o batom em sua boca vermelha e pintando de vermelho também seu queixo (o primeiro de seus vários queixos de gorda).

Lembrou dos doze anos de idade. Na escola, escutou sem querer um professor dizendo "Coitada dela, ela tem um rosto tão bonito, pena que é gorda". Nunca ouviu alguém falar "Coitada de fulana, tem um rosto tão bonito, pena que ela é magra demais". Gordas sempre tem o rosto bonito.

Arrancou as roupas do corpo e puxou o vira-lata para cima de si. O cachorro, instintivo, penetrou-a com força. Ela gritou de dor. Ela também não entendia. O cachorro assustado com a atenção inesperada e com o grito da dona, chorava. A gorda, sem condições de pensar, gemia. Sentia nas canelas gordas que quase não existiam (pareciam uma extensão das coxas, que só terminavam em pés enormes e roliços que lembravam patas de elefante) o peso das patas do cachorro, o pêlo sarnento dele se misturando com a pele dela.

O cachorro é o melhor amigo do homem, e ela estava confusa por misturar amor e amizade. Ele, chorão e carente. Ela, chorona e carente. Almas gêmeas. Pela segunda vez, a gorda foi amada. O amor de um cão é sempre fiel.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Que tempo bão...

...àquele em que eu morava sozinha e me sentia solitária...
Era tão bom me sentir solitária.... era tão bom a casa só sua....ai que saudade...

saudade dos prédios em que morei

saudade dos 6, 7 anos, que ia com meu avô Nelson no buteco da esquina pra tomar sorvete 'pedacinho do céu', comprar chiclete de tatuagem do Pato Donald e dos anéis de plástico que vinham em cima do algodão-doce...

saudade dos 9 anos, ouvia Marisa Monte e Balão Mágico no meu Gradiente debaixo da cama rsrsrs...

saudade dos 11, a vizinha me trazia uns docinhos em fora de frutas que nunca encontrei em lugar algum até hoje...

saudade dos 13 anos...era piscina e sauna o dia todo...

saudade dos 16, era rua, piscina, buteco todo dia (e umas coisitas mas hehehe)

saudade dos 17, o colégio era tão legal

saudade dos 19, a facul era demais

saudade dos .... acabouuuu... não tô tão velha assim...ainda...

Viva os 21!!!!!!!!!!

=)
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